domingo, 4 de outubro de 2009

Fenômenos atmosféricos na região sul do Brasil

Minha formação em Geografia não me autoriza a dar mais que pequenas noções sobre os estudo de fenômenos atmosféricos. Para me aprofundar no assunto teria que me especializar na área ou, por conta própria, arrumar tempo e comprar bons livros e lê-los atentamente. Por enquanto essa proposta não faz parte de meus horizontes de expectativas.
Acontece que os fenômenos atmosféricos sempre viram notícias e os alunos que assistem a esses noticiários sempre vem afiados com boas perguntas sobre todas essas encrencas climáticas.
Em especial a região sul do Brasil vem sofrendo estragos com esses fenômenos. Vou me fundamentar numa reportagem da Folha de São Paulo e depois vou indicar alguns links para aprofundamento de pesquisas.
Segundo a reportagem da Folha a região sul do Brasil é a segunda do mundo em ocorrência de tornados, o norte da Argentina e o Paraguai também possuem essas características. Segundo o pesquisador Harold Brooks, do NSSL ( Laboratório Nacional de Tempeestades Severas, sigla em inglês) o ar frio da Patogônia em contado com o ar quente produzido na região Amazônica dão as condições necessárias para que os tornados se formam na região.
Ainda segundo a reportagem do jornal:
"Tornados têm início após a formação de uma tempestade, causada pelo encontro em alta velocidade de ar quente e úmido com outra massa de ar frio e seco. No momento do impacto, as duas massas começam a girar. No centro da tempestade, surge um funil que toca o solo."
Prosseguindo com nossa fonte [o jornal] os cientistas dizem que para esses fenômenos, os tornados, não há estudos que os vinculem as mudanças climáticas. Os estudos relacionam as mudanças climáticas com outro fenômeno climáticos - os furacões. Também afirmam que o números de tornados não aumentou, o que aumentou foi o número de ocupação - a população cresceu - e com isso se percebe mais a presença desses fenômenos.
O estudo do clima não é um assunto simples e até os maiores especialistas no assunto confirmam que ainda têm muito a aprender em seus estudos. Particularmente, não estudei na graduação as características climáticas que fornecem a base para a ocorrência desses fenômenos no sul do Brasil. Fui pego de surpresa com interrogações de alunos a esse respeito, o que surge no mundo das ciências climáticas sobre o assunto é encarado por mim com novidade.
Vamos conhecer mais sobre alguns fenômenos atmosféricos. Acompanhem:
Furação.
"Definição:
De acordo com o Centro Nacional de Furacões dos EUA, "furacão" é um nome para um ciclone tropical que ocorre no Oceano Atlântico. 'Ciclone tropical' é o termo genérico usado para sistemas de baixa pressão que se desenvolvem nos trópicos." leia mais.
Vejam:
"Furacão, tufão e ciclone são nomes regionais para fortes ciclones tropicais. Os metereologistas chamam de ciclones tropicais as grandes quantidades de ar com baixa pressão atmosférica que se movem de forma organizada sobre os mares da região equatorial da Terra. Nem todos os ciclones tropicais se transformam em furacões; alguns desaparecem poucas horas depois de formados" Leia na íntegra em: O que são furacões, por Juliana Rocha.
Fontes:
Artigos on-line:
Craig Freudenrich, Ph.D., Marshall Brain. "HowStuffWorks - Como funcionam os furacões". Publicado em 25 de agosto de 2000 (atualizado em 27 de março de 2009) http://ciencia.hsw.uol.com.br/furacoes.htm (04 de outubro de 2009)
Marshall Brain. "HowStuffWorks - Como funcionam os tornados". Publicado em 01 de abril de 2000 (atualizado em 25 de julho de 2008) http://ciencia.hsw.uol.com.br/tornado.htm (04 de outubro de 2009)

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