quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Consumo espiritual

A religião sempre movimenta algum dinheiro. Pensem nas cidades de turismo religioso? Aparecida do Norte seria o maior exemplo no Brasil, no mundo temos Meca, cidades da terra Santa, Vaticano, etc.
Além dessas cidades, que têm que oferecer toda uma infraestrutura para os fiés há outros motivos que colaboram com o consumo espiritual.
Um chamaremos de exterior à religião, ou seja, não é um consumo que envolve necessariamente um fluxo de dinheiro direcionado à tal seita ou religião.
Qualquer reunião numerosa de pessoas provoca algum consumo, seja de um simples pipoqueiro que fica na frente de uma igreja até uma loja de ternos. A construção de tempos e/ou suas adaptações, objetos considerados religiosos como livros, músicas, talismãs, revistas, etc.
Outro tipo de consumo é aquele agregado diretamente à religião.
São os dízimos, as contribuições, os produtos oferecidos pela própria instituição religiosa. Para algumas religiões, companhas que envolvem a doação de dinheiro ou de produtos (objetos, alimentos, roupas) para arrecadar fundos para obra.
Esse consumo também pode ser chamado de consumo da esperança, ou ainda, consumo da fé.

Referência.
SANTOS,Milton; SILVEIRA, María Laura. O Brasil: território e sociedade no século XXI. 7ed. Rio de Janeiro, 2005. p.237.

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