segunda-feira, 4 de julho de 2011

Natureza e sociedade na modelagem do relevo.

Drenagem de rio, exemplo de como o ser humano pode modificar o relevo. 
O relevo de nosso planeta é produto de duas forças que atuam em conjunto: forças endógenas (do interior da Terra) e forças exógenas (de fora da Terra). A primeira atua provocando grandes modificações estruturais, são as responsáveis pelo soerguimento de massas rochosas que dão origem às montanhas, e também são reponsáveis por dobramentos e falhamentos. Processos denominados de orogênese e epirogênese.
Aqui falaremos um pouco das força exógenas, aquelas que atuam fora da Terra.
Primeiramente vale lembrar que tanto as forças internas com externas atuam em conjunto na modificação do relevo, a inteção aqui é apenas didática.
As forças externas são desencadeadas pela energia do Sol em contado com a atmosfera. Ela provoca chuvas e ventos que são capazes de esculturar o relevo dando-lhes formas.
Dentro os agentes externos modificadores do relevo temos:
  • A água - é capaz de esculpir grandes montanhas, criar vales, provocar erosão, etc. Os rios têm grande força de erosão, a água da chuva também.
  • O gelo - em regiões polares e no alto das montanhas o gelo é capaz de produzir grandes mudanças no relevo, cria vales, erode rochas e forma lagos, estes existem no hemisfério norte e são conhecidos como lagos glaciais.
  • O vento - atua como agente desgastador do relevo, especialmente em clima áridos e semi-áridos.
  • A temperatura - conforme a temperatura, ou a diferença desta durante o dia e a noite (amplitude térmica) as rochas podem se fraturar e dar início ao desgaste do relevo.
  • Os microorganismos - são capazes de se provocar mudanças, atuam principalmente em brechas das rochas e em conjunto com vegetais.
  • O ser humano - é o que provoca as mudanças mais rápidas e perceptíveis, pode mudar cursos de rios e construir lagos, podem explorar determinado minério, construir estradas, etc.
Esses fatores atuam em conjunto e estão totalmente relacionados ao clima, ao relevo, à vegetão e ao tipo de cultura agropecuária de determinada região.  Relaciona-se também ao processo industrialização/urbanização e às obras que são produzidas para atender as necessidades econômicas.  Em regiões de clima quente é úmido os desgastes de ordem química predominam sobre os de ordem física, já em regiões áridas, semi-áridas e frias os fatores de ordem física predominam sobre os de ordem química.
Referências:
ROSS, Jurandyr (org.) Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1998.
Geomorfologia no ensino da geografia na educação básica. Simpósio de Geomorfologia.      

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