quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

As imagens de satélite no ensino de Geografia.

Imagem: Inpe.
Sabemos da importância das imagens de satélites para a Geografia: análise do clima, notificação de desmatamento, observação de áreas urbanas e por aí vai. Mas, um artigo publicado na revista Geografia - Conhecimento prático - da editora Escala "Aulas de Geografia com imagen de satélite meteorológico" alertou-me para ter mais cuidado com uso dessas imagens nas nossas aulas.
Certamnte já as usamos, muitos livros estão sendo publicados com essas imagens, porém o mais interessante seria levarmos os alunos para analisar esses imagens direto nos sites que as disponibilizam. Mas isso, dependendo da escola onde estamos, não é facil, deixar 3 ou 4 alunos na frente de um computador não é producente.
Em todo caso, o artigo também me alertou quanto aos possíveis erros conceituais de frente e massa de ar. As observações climáticas que as imagens de satélite nos proporcionam podem nos levar a imterpretá-las erroneamente. Devemos ter cuidado.
Sobre o conceito de frente já publiquei algo a respeito para sanar algumas dúvidas que eu percebi entre alunos e até professores, clique AQUI para tirar as dúvidas e saber mais sobre frente fria e frente quente. As massas de ar, aparentemente mais simples de se conceituar, também vale a penas analisá-las melhor. Saiba mais sobre elas clicando AQUI nesse artigo eu tento distinguir massas de ar e frentes.
Feito isso, devemos ter o cuidado para não sofrermos diante da dificuldade exposta pela revista supracitada:
"A primeira dificuldade começa com os professores de Geografia, os quais não se aproximaram da imagens de satélites meteorológicos ou se utilizam delas conforme sua disposição e organização no livros didáticos."
O texto continua expondo cautelosamente que os autores de alguns livros didáticos confundem frente com massa de ar. Os caras que escreveram os livros são bons, eu já bebi em fonte deles, mas num pequeno descuido a imagem é mal explorada ou podemos confundir alguns conceitos.
Um dos problemas do livro é que depois de impresso só na próxima edição para corrigi-lo. Aqui, neste blog, muitas vezes companheiros da Geografia me corrigem e eu assim que noto melhoro o que eu escrevi. Não desabono os livros citadas, são pequenos erros suscetíveis de cometermos. Porém, tomemos cuidado. Vamos nos habituar com esses belos recursos que são as imagens de satélites.  
Referência:
Revista Geografia. Ed. Escala, nº 40.

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