sexta-feira, 4 de julho de 2014

Regionalização da América do Sul.

Imagem: Arturis - turismo.
Para se regionalizar (ou dividir) o espaço geográfico podemos usar dois critérios: físico ou natural e social ou humano. Esse último possibilita várias análises e são capazes de elucidar algumas ocorrências importantes, como por exemplo se uma região é mais industrializada que outra, ou ainda, se há um problema crônico de mortalidade infantil. Mas nada impede de regionalizarmos determinada região usando os componentes essencialmente físicos como a posição geográfica dos países e a fisiografia dos lugares.
Optaremos aqui por dividir a América do Sul com base em conjuntos geográficos. Mas antes veremos o que é a América do Sul.
América do Sul é a parte mais ao sul do Continente Americano (não é um continente) pode ser chamada de subcontinente. Inicia-se na Colômbia e estende-se até ao sul do Chile e da Argentina, compreende vários países e dois territórios ultramarinos: Guiana Francesa, da França e Ilhas Malvinas, do Reino Unido.
Regiões da América do Sul.
Brasil. Por sua extensão e características o Brasil por si só é considerado como uma região a parte para ser estudada, isso ocorre principalmente por sua extensão 43% do território da América do Sul.
Guianas. Compreende o extremo norte da América do Sul englobando três unidades políticas: Guiana, Suriname e Guiana Francesa.
Países Andinos. Diz-se dos países que possuem partes de suas terras na cordilheira dos Andes, que corta o oeste do subcontinente de norte a sul, alongando-se aproximadamente na região central: Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Chile. A Venezuela pode ser considerada o país menos andino, porque a maior parte do seu território localiza-se na bacia do rio Orinoco.
Países Platinos. Denominação dada aos países que possuem boa parte de suas terras na bacia do Prata, formada pelos rios Paraná, Paraguai e Uruguai. Compõem essa região: Argentina, Uruguai e Paraguai. Parte considerável da região sul e sudeste do Brasil faz parte da bacia do Prata, mas como já expomos, o Brasil é um caso de estudo individual.
Referência:
MELHEM, Adas. Geografia. 5ed. São Paulo: Moderna, 2006.

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