terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Dispersão das espécies pelo planeta. Endemismo e cosmopolitismo.

Canguru, espécie endêmica da Austrália.
As espécies tendem a se dispersar pelo mundo, mas isso não ocorre com muita facilidade, existem barreiras geográficas e demais características físicas que podem oferecer resitência ao potencial biótico de determinada epécie. Umas conseguem, outras se concentram em regiões distintas.
Há dois tipos de dispersões:
Passiva.
Quando não se dá pelos próprios recursos, mas pela participação de fatores externos ou alheios. Os vegetais são os que mais se dispersam por esse meio, seus esporos, grãos de pólen ou sementes se dispersam através dos ventos, água, animais e seres humanos.
Ativa.
Quando ocorre uma migração de animais, as espécies migram em busca de lugares melhores para se viver ou para se reproduzir em um determinado espaço de tempo. É muito normal o período reprodutivo coincidir com esses deslocamentos.
Endemismo.
Ocorre quando uma espécie encontra-se exclusivamente em uma determinada área. Podem ocorrer com diferentes níveis taxonômicos, porque uma grupo de animais no passado pode ter tido uma distribuição ampla mas hoje se concentram em um área restrita. Por exemplo: a Austrália concentra muitas espécies que só ocorrem lá.
Cosmopolitismo.
São espécies que estão distribuída amplamente pelo mundo. O total cosmopolitismo é muito raro e ocorre de forma excepcional. Dentre os casos de cosmopolitismo estão alguns protozoários, algas e fungos. Dentre os animais o falcão peregrino é um exemplo, com os vegetais a planta do gênero Senecio (margarida amarela) está espalhada em diversas regiões do planeta.

Referências:
ROSS, Jurnadyr (org) Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1998.
SOARES, José Luís. Bilogia: seres vivos, evolução, ecologia. São Paulo: Scipione,1988.    

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